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28 de abril de 2015

Caixa reduz o limite de financiamento imóveis usados, mas outros bancos continuam operando com 90% e 80%

Caixa Econômica Federal vai reduzir o limite de financiamento para imóveis usados a partir de 4 de maio, com as mudanças, quem comprar um imóvel usado pelo SFH terá que dar uma entrada de no mínimo 50% e financiar a outra metade. Antes, a entrada mínima era de 20% . O objetivo é focar a oferta de crédito habitacional em moradias novas. 
A mudança vale apenas para imóveis usados financiados com recursos da poupança – ficam de fora da mudança o crédito para a habitação popular, como o programa Minha Casa Minha Vida, e os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Nestas modalidades, não houve alterações, segundo a Caixa.
A boa notícia é que os principais bancos privados não acenaram com mudanças imediatas como a promovida pela Caixa. O Santander informou que “o limite de financiamento continua sendo de 80% tanto para o SFH quanto para o SFI". No Bradesco, a informação é de a entrada exigida também continua em 20%.Confira a cota de financiamento dos Bancos:
Banco de Brasil - 90% cota máxima de financiamento.
Santander - 80% cota máxima de financiamento.
Itaú  - 80% cota máxima de financiamento.
Hsbc - 80% cota máxima de financiamento.
Bradesco - 80% cota máxima de financiamento.
Fonte : O Globo


28 de fevereiro de 2013

Financiamento habitacional para casais homoafetivos




Casais homossexuais já tem seus direitos garantidos na hora de comprarem juntos a casa própria. Instituições financeiras, públicas e privadas já permitem operações financeiras de renda de casais do mesmo sexo, como financiamentos imobiliários, por exemplo.
No Banco do Brasil, casais homoafetivos que queiram comprar um apartamento juntos devem comprovar a relação escrevendo uma carta do próprio punho.
Na maior parte dos casos, os bancos avaliam a capacidade das duas partes de honrar as dívidas de forma independente. Em caso de inadimplência, os dois são notificados. No Bradesco, o empréstimo é feito apenas se for para uso residencial.
Já na Caixa e no Santander não é preciso qualquer parentesco para compor a renda necessária para financiamento do imóvel. De acordo com as instituições, amigos podem fazer empréstimos juntos para comprar imóveis. Nesse caso, a distribuição é feita de acordo com a proporção de crédito de cada um, que, de uma forma geral, é dividido igualmente entre os parceiros.

Imposto de Renda e Previdência

A união civil entre pessoas do mesmo sexo é cada vez mais comum. A partir de 2011 casais homossexuais poderão declarar companheiros no Imposto de Renda de Pessoa Física (IR), desde que seja comprovada a união estável.

Situação parecida acontece nos tribunais, onde os parceiros homoafetivos estão conseguindo obter na Justiça o direito de receber benefícios previdenciários do INSS e dos planos de previdência privada dos companheiros falecidos.

25 de janeiro de 2013

Caixa reduziu taxas de juros dos financiamentos para compra de imóveis acima de R$ 500.000,00



A Caixa Econômica Federal anunciou na semana passada que reduziu suas taxas de juros para compra de imóveis acima de 500.000 reais. A medida entra em vigor já nesta terça. Para clientes com relacionamento e conta salário na Caixa, as taxas caíram de 8,9% para 8,4% ao ano, podendo chegar a 8,3% no caso de servidores públicos. Para os demais, o custo efetivo diminui de 9,9% para 9,4% ao ano. Em todos os casos, o preço já inclui a TR (Taxa Referencial).
A maior fornecedora de financiamento imobiliário do país, com cerca de dois terços desse mercado, atribuiu a decisão à crescente demanda do público de média e alta renda. Com a medida, a Caixa aproxima as taxas para financiamento de imóveis mais caros daquelas oferecidas para compra de casas de valor até 500.000 reais. 
O banco estatal, no entanto, manteve as operações acima desse faixa fora do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que permite ao tomador usar o FGTS para a compra do imóvel. Segmentos da indústria imobiliária, como bancos e construtoras, vinham pedindo que o governo elevasse o valor máximo dos imóveis que pudessem ser comprados com uso do FGTS.
O aumento do teto ajudaria a sustentar em 2013 uma alta de 5% a 15% dos preços dos imóveis residenciais, que praticamente já dobraram de valor nos últimos três anos. O aumento dos preços diminuiu a quantidade de imóveis à disposição para compra utilizando saldo do FGTS, especialmente em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.


22 de outubro de 2012

Caixa Econômica continuará ampliando sua carteira de crédito em 2013




Tóquio - O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, afirmou, em Tóquio, à Agência Estado, que a carteira de crédito do banco público, que está hoje em R$ 315 bilhões, deve crescer perto de 40% em 2013 ante este ano, velocidade muito próxima da alta de 42% que deve ser registrada em 2012 em relação a 2011.



Em relação à concessão de crédito para o setor imobiliário pela Caixa, na categoria originação, Hereda apontou que deverá crescer 20% em 2013 em relação a este ano, mantendo o mesmo ritmo de expansão deste ano ante 2011. Com isso, esse segmento de financiamentos que atingiu por parte do banco um montante de R$ 80 bilhões em 2011, deverá alcançar R$ 100 bilhões em 2012 e R$ 120 bilhões em 2013.
Hereda ressaltou que a Caixa deverá firmar 750 mil contratos relativos ao programa Minha Casa, Minha Vida em 2013. Em 2012, o banco oficial computou a entrega de um milhão de moradias e mais um milhão de contratos foram firmados. Para o próximo ano, a expectativa do presidente da Caixa é de que sejam contratados mais 750 mil residências nesse plano federal.
Bolha
Hereda afirmou que não há risco de ocorrer bolha imobiliária no Brasil, como foi registrado nos Estados Unidos e na Espanha. Para ele, vários fatores lhe dão segurança de que tal problema não ocorrerá.
Um deles é o nível de garantia para o financiamento dos imóveis, que é elevado. "No País, o sonho da casa própria é muito importante. Nessas nações que tiveram problemas bastante sérios as pessoas já possuíam moradias e estavam comprando o segundo ou o terceiro imóvel", destacou. "Já no Brasil, a última coisa que o cidadão quer é perder a sua residência", destacou.
Além disso, Hereda destacou que no Brasil o mercado secundário imobiliário ainda é muito pequeno, diferente do que ocorreu nos EUA, onde "ativos bons podiam ser empacotados com ativos não bons e ser distribuídos" por instituições financeiras. "Estamos muito distante de uma bolha no Brasil", apontou.
Ele fez os comentários após participar de evento promovido pela Câmara do Comércio Brasileira no Japão.

15 de agosto de 2012

Despesas de impostos e cartório na aquisição do imóvel!

Sempre me perguntam qual custo para adquirir imóvel com financiamento bancário, segue um levantamento que fiz com custo médio para apartamentos de até R$ 330.000,00.



19 de julho de 2012

Compra de imóveis impulsionada por redução na taxa de juros


Quem estiver precisando mudar rapidamente pode investir em um imóvel próprio agora, porque as taxas de juros para financiamento imobiliário já começaram a cair. Mas se você puder esperar um pouco, vai fazer um negócio ainda melhor, porque essas taxas devem cair mais.

Em um estande de vendas os corretores já notaram um reflexo da queda de juros nos financiamentos.

“Hoje a gente pode dizer que a pessoa está trabalhando com 8,2%, 8,5% ou 8,7%. Antes, quando o cliente comprava, ele já comprava preparado para uma taxa de 10,5% na média”, explica o corretor de imóveis Sandro Costa.

Os bancos públicos foram os primeiros a rever as taxas de juros para o setor. Na Caixa Econômica Federal, a taxa caiu até 21%. Os bancos privadas foram na carona para não perder a clientela.

Quem assinou contrato de financiamento de imóveis recentemente percebeu essa queda. Na última quarta-feira, a Selic, que é a referência para os juros cobrados no Brasil, foi reduzida para 8% ao ano. O mercado espera que a diferença faça os juros do financiamento imobiliário caírem ainda mais.

O Sindicato da Habitação acredita que essa é uma boa hora pra comprar um imóvel.

“Acreditamos que, se a Selic permanecer nessa trajetória de queda, em algum momento do futuro, esperamos que seja próximo, ela possa de fato produzir uma redução no crédito imobiliário. Então, quando nós chegarmos a Selic na faixa de 7%, 6,5%, seguramente o crédito imobiliário ficará mais barato”, explica Flávio Prando, vice-presidente de Habilitação do Secovi de São Paulo.

Karina e o marido acabam de assinar o contrato do apartamento novo com 70 metros quadrados. Eles deram uma entrada pequena, vão pagar parcelas até a entrega das chaves. O financiamento só começa a ser pago em dezembro de 2014. O casal espera que os anúncios de queda de juros de agora ajudem a reduzir as prestações no futuro.

“O apartamento é bom, o lugar é bom, e o preço também”, conta a comerciante Karina Clemente.

De acordo com o IDEC, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, apesar da redução nas taxas de juros, o consumidor deve ficar atento porque o preço do imóvel continua alto.



Via.

21 de junho de 2012

Realizando o sonho da casa própria!


O sonho de possuir uma casa própria acompanha uma grande parte dos brasileiros. Os motivos são vários: deixar de dividir a casa com parentes, amigos e, principalmente, parar de pagar aluguel. Contudo, a falta de um planejamento financeiro faz com que muitas vezes esse sonho se torne um verdadeiro pesadelo, levando a pessoa a um grande endividamento, que comprometerá o futuro financeiro dela e de sua família.

Assim, qual é a hora certa de comprar uma casa? A resposta dessa pergunta é que essa aquisição só será possível quando a pessoa tiver total controle de suas finanças pessoais, podendo direcionar uma parte de sua receita para esse fim. Para isso é necessária uma posição pró-ativa da pessoa perante o dinheiro, isto é, ela tem que passar a controlar os seus gastos, tomando as rédeas de sua vida financeira.


Via.
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