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25 de janeiro de 2013

Caixa reduziu taxas de juros dos financiamentos para compra de imóveis acima de R$ 500.000,00



A Caixa Econômica Federal anunciou na semana passada que reduziu suas taxas de juros para compra de imóveis acima de 500.000 reais. A medida entra em vigor já nesta terça. Para clientes com relacionamento e conta salário na Caixa, as taxas caíram de 8,9% para 8,4% ao ano, podendo chegar a 8,3% no caso de servidores públicos. Para os demais, o custo efetivo diminui de 9,9% para 9,4% ao ano. Em todos os casos, o preço já inclui a TR (Taxa Referencial).
A maior fornecedora de financiamento imobiliário do país, com cerca de dois terços desse mercado, atribuiu a decisão à crescente demanda do público de média e alta renda. Com a medida, a Caixa aproxima as taxas para financiamento de imóveis mais caros daquelas oferecidas para compra de casas de valor até 500.000 reais. 
O banco estatal, no entanto, manteve as operações acima desse faixa fora do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que permite ao tomador usar o FGTS para a compra do imóvel. Segmentos da indústria imobiliária, como bancos e construtoras, vinham pedindo que o governo elevasse o valor máximo dos imóveis que pudessem ser comprados com uso do FGTS.
O aumento do teto ajudaria a sustentar em 2013 uma alta de 5% a 15% dos preços dos imóveis residenciais, que praticamente já dobraram de valor nos últimos três anos. O aumento dos preços diminuiu a quantidade de imóveis à disposição para compra utilizando saldo do FGTS, especialmente em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.


19 de julho de 2012

Compra de imóveis impulsionada por redução na taxa de juros


Quem estiver precisando mudar rapidamente pode investir em um imóvel próprio agora, porque as taxas de juros para financiamento imobiliário já começaram a cair. Mas se você puder esperar um pouco, vai fazer um negócio ainda melhor, porque essas taxas devem cair mais.

Em um estande de vendas os corretores já notaram um reflexo da queda de juros nos financiamentos.

“Hoje a gente pode dizer que a pessoa está trabalhando com 8,2%, 8,5% ou 8,7%. Antes, quando o cliente comprava, ele já comprava preparado para uma taxa de 10,5% na média”, explica o corretor de imóveis Sandro Costa.

Os bancos públicos foram os primeiros a rever as taxas de juros para o setor. Na Caixa Econômica Federal, a taxa caiu até 21%. Os bancos privadas foram na carona para não perder a clientela.

Quem assinou contrato de financiamento de imóveis recentemente percebeu essa queda. Na última quarta-feira, a Selic, que é a referência para os juros cobrados no Brasil, foi reduzida para 8% ao ano. O mercado espera que a diferença faça os juros do financiamento imobiliário caírem ainda mais.

O Sindicato da Habitação acredita que essa é uma boa hora pra comprar um imóvel.

“Acreditamos que, se a Selic permanecer nessa trajetória de queda, em algum momento do futuro, esperamos que seja próximo, ela possa de fato produzir uma redução no crédito imobiliário. Então, quando nós chegarmos a Selic na faixa de 7%, 6,5%, seguramente o crédito imobiliário ficará mais barato”, explica Flávio Prando, vice-presidente de Habilitação do Secovi de São Paulo.

Karina e o marido acabam de assinar o contrato do apartamento novo com 70 metros quadrados. Eles deram uma entrada pequena, vão pagar parcelas até a entrega das chaves. O financiamento só começa a ser pago em dezembro de 2014. O casal espera que os anúncios de queda de juros de agora ajudem a reduzir as prestações no futuro.

“O apartamento é bom, o lugar é bom, e o preço também”, conta a comerciante Karina Clemente.

De acordo com o IDEC, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, apesar da redução nas taxas de juros, o consumidor deve ficar atento porque o preço do imóvel continua alto.



Via.
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